quarta-feira, 8 de agosto de 2007

ENTREVISTA COM MC.....

CONFIRAM NA INTEGRA A ENTREVISTA DE MC PARA O SITE NA TELINHA!!!

Exclusivo: NaTelinha entrevista a apresentadora Maria Cândida -->

“Me diferencio das outras apresentadoras porque eu tenho conteúdo”.Para um profissional, não há alegria maior que desempenhar exatamente o papel com o qual se identifica. Trabalhar, fazendo o que gosta, não é esforço algum, é sim uma satisfação. É assim que se sente a jornalista Maria Cândida, que atualmente apresenta o “Programa da Tarde” na Record. Na atração, deixa de lado o jornalismo, profissão pela qual se dedicou nos últimos anos, para investir na carreira de apresentadora de programa de variedades. E ela se diz realizada e pronta para enfrentar mais essa empreitada.Nesta entrevista exclusiva concedida ao jornalista Endrigo Annyston para o NaTelinha, ela fala de sua nova fase profissional, faz um balanço de sua carreira no jornalismo e também fala do crescimento da Rede Record. Confira:

Por anos você se dedicou ao jornalismo, e até se destacou com o excelente trabalho prestado ao SBT Repórter. Como é essa mudança para o entretenimento?

Maria Cândida: Encaro de uma forma super natural. Foi uma evolução na minha carreira,e, no fundo, eu fiz três etapas. Me formei em jornalismo e cai na TV por acaso, e começou a dar certo. Fiz o que achava o correto e aprendi muito no hard news, mas com o tempo percebi que o meu negocio não era esse. Quem assiste o programa sabe que não tenho nada ver com o jornalismo de Brasília, por exemplo. Até faço, sei fazer, e acho que esse é o meu diferencial, porque eu sou jornalista e me diferencio das outras apresentadoras porque eu tenho conteúdo, e justamente porque trabalhei anos no jornalismo. Fui do hard news para o entretenimento e variedades, que foi o SBT Repórter, com turismo e cultura, e com o programa [Programa da Tarde] eu fui pro artístico, que é o que eu quero. É uma evolução da minha carreira. Quando comecei, não tinha a mínima idéia de que eu iria para o artístico, eu fui me descobrindo, comecei lá de baixo. Fazia pauta, produção, nas reportagens aparecia somente minha mão, foi passo por passo.

Como é para você apresentar o Programa da Tarde?
MC: A Record me colocou no programa e deu super certo, estava esperando essa oportunidade há muito tempo, e eu agarrei, amo o programa que eu faço, é muito prazeroso para mim. Eu vejo a pauta, assisto todos os VTs, faço todas as perguntas de entrevistas, participo ativamente. Eu trabalho muito pelo programa, pois ele é uma conquista pra mim.

Hoje, tendo passado pelos dois segmentos, com qual você se identifica mais?

MC: Hoje, com 36 anos, eu me descobri, e o que eu tenho mais talento para fazer é apresentação de programas de variedades no lado artístico. Gosto de mexer com platéia, palco, e finalmente me descobri. Eu nem volto mais para o jornalismo, não tem mais como. Se eu perder meu programa, vou buscar um outro, sempre como apresentadora. Não dá mais pra voltar, foi uma evolução, não iria para uma bancada [de telejornal] de jeito nenhum. O meu diferencial é que sou jornalista, e, por ironia do destino, a critica diz que as apresentadoras de TV não têm conteúdo, pois muitas delas são modelos e tal, mas algumas pessoas estão se formando com conteúdo. Não falando que outras não tem, mas a critica diz que não sabem falar, perguntar, e agora existem pessoas que sabem o que estão falando, e comigo isso ocorre justamente porque tive esse lado no jornalismo por dez anos. Fico feliz por poder oferecer conteúdo ligado ao artístico.

Seu currículo inclui passagens por emissoras como CNN, Bloomberg, Globo e SBT, além de ser convidada para apresentar o Oscar pela TNT. Acredita que a versatilidade e o fato de fazer um pouco de tudo seja interessante para a carreira de um jornalista?

MC: Se eu não tivesse passado por todas essas etapas, fazendo coisas diferentes, eu não teria a segurança e a visão que eu tenho hoje. Eu morei fora quase dois anos desde a Bloomberg, e acho que tudo o que fiz e vi, e participei ativamente na minha carreira, me dá uma segurança e tranqüilidade enorme, um poder de decisão. Não tenho mais dificuldade para saber se uma reportagem vai render ou não, tenho uma opinião formada. Tudo isso serviu para consolidar o meu conteúdo, foi fundamental.

Qual sua relação com o cinema?

MC: Sou uma apaixonada por cinema desde pequena. Se deixar, vejo uns cinco filmes numa tarde. Se você quer tirar meu estresse, me manda pro cinema ou coloque música alta. Sou apaixonada, e foi por acaso que cai nas entrevistas do “Domingo Legal”. Deu certo, e vi que é uma área que estava no inicio. Comecei a produzir e entrei de cabeça no cinema.

Há um tempo atrás foi cogitado sobre a possibilidade de você lançar um programa do gênero na Record. Por que não emplacou? É um sonho seu?

MC: Eu não sei disso [do programa]. O segmento, só de música, cinema, cultura, comportamento, restringe um pouco. Eu, como apresentadora, tenho que buscar o macro. No programa eu posso falar de tudo. Só cinema não é meu foco hoje, me restringe muito. Hoje parei com as entrevistas porque realmente não tenho tempo. O programa é diário, ao vivo, e tenho que me dedicar totalmente. Acho que ano que vem posso voltar a fazer uma entrevista a cada dois meses, e inclusive sair mais para fazer reportagens. Contudo o programa tem que estar consolidado.
As entrevistas também poderiam te encaminhar para um talk-show futuramente. O que acha dessa possibilidade?

MC: Não quero, eu gosto de platéia e acho até que a minha é muito pequena. O “Jogo do Namoro” me abriu uma porta, descobri a platéia com ele, foi uma experiência fantástica. Não quero talk show, também me restringe. Pode ser para o futuro, agora não, tenho que explorar o que meu talento está buscando

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Falando em “Jogo do Namoro”, o quadro realmente acabou ou retornará com um novo formato?

MC: O “Jogo do Namoro” teve sua primeira temporada, foram comprados 120 episódios. Só que no formato do meu programa hoje não cabe o “Jogo do Namoro”, não da pra largar o Olivier lá cozinhando uma hora enquanto eu vou no jogo e volto. Não dá pra eu ir de um estúdio para o outro, quebra muito o formato que estamos buscando. Se voltar, vai ser em outro horário, mas por enquanto não tenho notícia de que vou gravar nada.

O “Programa da Tarde” começou como um repeteco de quadros que já haviam sido exibidos pela Record, e, devido a aceitação, passou a contar com investimentos da emissora. Como você avalia essa recepção do público?

MC: Dia 7 agosto de 2006, jamais esquecerei essa data, que é a data que consolidou um sonho meu. O programa estreou como “Tudo a Ver” vespertino, para preencher um espaço, e eu e equipe abraçamos a causa. Queríamos que desse certo e começamos a produzir coisas diferentes e falar com o publico de forma diferente. Crescemos e ganhamos mais audiência, e com isso pudemos contratar mais gente; hoje temos 25 pessoas na equipe. Todo mundo queria que desse certo. Poderia não ter dado, mas eu nunca acreditei que não iria dar, nunca o vi como um tapa buraco, vi como minha oportunidade e fiz acontecer. Agora temos um estúdio novo, com um novo integrante que agrega com culinária que é algo que a mulherada adora. Hoje o programa tem de tudo um pouco.
A atração é vice-líder em sua faixa de exibição. Como é para você lidar com os números de audiência?

MC: Eu tento não ficar muito ligada com audiência durante o programa, não quero saber. Depois, vejo para avaliação, ver qual matéria as pessoas gostaram mais, e as que não gostaram, eu avalio isso. Mas não posso ficar ligada, senão não consigo fazer meu trabalho bem feito. Acho que a audiência chama o anunciante, te dá mais credibilidade, porém, quando entro no estúdio estou de corpo e alma para uma ou 40 milhões de pessoas. Se um telespectador estiver ligado, é pra essa pessoa que eu estou fazendo o programa.

Como avalia sua concorrência no horário?

MC: Eu acho que tem programas distintos. Exatamente no meu horário tem a Márcia, tinha a Regina Volpato, mas trocaram pela “Usurpadora”, e, quando eu trabalhava no SBT, a novela já passava lá, pra se ter uma idéia de como é antiga. O programa da Márcia e da Regina são mais equivalentes, e a gente vai na contra mão do que apresentam nas outras emissoras. A Globo passa filme, depois “Malhação” e novela. Um programa de variedades é totalmente diferente, tentamos buscar o nosso diferencial.

E como é para você trabalhar na Record, uma emissora que tem expectativa, estratégias de crescimento, e tem investido pesado para que as metas sejam alcançadas? Vê tudo isso como uma pressão ou te anima por fazer mais e contribuir para que os objetivos da rede sejam alcançados?

MC: Sou uma pessoa que amo desafios, tenho uma garra que é difícil me ver para baixo, estou sempre acreditando e não tenho dúvidas de que estou na emissora certa. A Record foi a emissora que me deu a oportunidade de ter um programa, que está apostando em mim. Não que não gostei de trabalhar nas outras, tenho um excelente relacionamento com elas, mas visto totalmente a camisa de onde estou. E a Record, estando nesse processo de querer chegar em primeiro lugar, é muito bom pra mim. Imagine que estou nessa emissora e tenho um programa de duas horas e meia à tarde: não é fantástico estar fazendo parte desse momento histórico? Eu nunca vi uma emissora passando o SBT antes como a Record está passando, e nenhuma outra investiu tanto em novela e tantas coisas para chegar ao mesmo nível de qualidade da Globo. Então, não quero mais nada, tô rindo sozinha.

Se sente uma profissional realizada? Qual sua expectativa para o futuro?
MC: Me sinto sim uma profissional realizada. Cheguei onde eu queria chegar e agora tenho que trabalhar para melhorar o programa, unir cada vez mais a equipe e por enquanto meu caminho é esse, trabalhar com as pessoas que assistem TV à tarde e melhorar a qualidade da tarde, pois muitos nunca ligaram para o horário, e agora, nos Estados Unidos, o horário é muito valorizado, a Oprah tem programa a tarde e as pessoas ligam, assistem! Quero qualificar essa faixa, dar um upgrade, e não ter mais um programa de fofoca ou baixaria. É um programa de qualidade, a cada dia matamos um leão, buscando inovar e melhorar. Me sinto muito realizada e, por enquanto, é onde eu tenho que trabalhar. Se amanhã a emissora tiver outro programa, será muito bem vindo, mas por enquanto eu não penso em futuro, só penso em melhorar o que estou fazendo e crescer, depois não tenho a mínima idéia do que fazer.

Deixe um recado para seus telespectadores.

MC: Primeiro um agradecimento. Sem eles eu não teria o programa, não me sentiria tão bem em fazê-lo, porque falo muito com eles. E em segundo lugar, falar que faço o programa pra eles. Se tiver dez pessoas ligadas, é pra elas que estou fazendo, quero surpreendê-las com coisas melhores e qualificadas.

Creditos : www.natelinha.com.br

5 Comments:

Blogger Luísa Cordeiro disse...

Entrevista perfeiita!
Ansioosa pro resultado das fotos!
*-*!
amo a MC pra caraaamba!
Bjs
;*

8 de agosto de 2007 às 22:11  
Blogger Unknown disse...

oieee entrevista fantasica.... ;) linda a mc na fotinha hehe... super carente!!!
bjsssss

8 de agosto de 2007 às 22:17  
Blogger Unknown disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

8 de agosto de 2007 às 22:35  
Blogger Mariana Gibo.....sempre te amarei....MC...VC EH TUDO!!!!!!!! disse...

entrevista......perfeita.........



amo mc.......

9 de agosto de 2007 às 11:31  
Blogger Unknown disse...

2

31 de agosto de 2007 às 19:17  

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